quarta-feira, 12 de setembro de 2012
do extraordinário ao desconhecido
Talvez sejamos seres exclusivamente desconhecidos, estamos aqui, neste
lugar, nesse mundo; porém sabemos que estamos na época errada, com as
pessoas erradas, e convivendo com os sentimentos errados. Coisas
acontecem a todo o instante, e fazem com que amadurecemos um pouco mais
rápido do que os demais, sei lá, talvez escolhemos ser assim, á parte
da sociedade, com uma mente ativa e pensamentos a flor da pele... venho
conhecendo alguem exatamente desse jeito, que vive comigo nessa época
diferente, que sente-se presa ao corpo que vive, por ter uma mente não
compatível a sua idade, por ser bem mais que os outros pensam, saber
mais, e tratar as coisas com um pouquinho mais de seriedade. dentre
tantos "talvez", vejo-me sempre meio confusa em relação as palavras, as
pessoas e aos sentimentos, estamos sempre assim, nessa complexividade,
sendo espelho de um antigo mundo, perdidos neste lugar desumano e
incompreensivel, tentando achar respostas para todas essas dores
internas, e todo esse excesso de conhecimento, talvez realmente vivemos
em um tempo errado, e com pessoas supostamente erradas ao nosso lado;
queremos o velho, os sentimentos antigos, os costumes antigos; talvez
realmente estejemos presas em um corpo que não nos pertence, com uma
mente em constante evolução; talvez o tédio seja nossa melhor companhia, e
ninguém saiba preencher esse lugar, talvez tudo que passamos seja
exatamente pra nos tornar tudo que somos hoje, complexas, diretas,
jovens com mente completamente avançada, extraordinárias, e básicamente
confusas...
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
vivemos para o bem
Talvez seja isso, eu tenha cansado de ver amor onde não tem, e descrever sentimentos que nunca foram meus; porém (in)felizmente sou dessa raça, que cria uma vida com o poder da imaginação, sou daquelas, cercadas apenas de amor, e mais nada, que se cega ao ver adversidades, e não admite qualquer tipo de atitudes desumanas. Acredito que talvez possamos ser a melhora do mundo, temos um poder, que nem todos possuem, transformamos tudo ao nosso redor em amor, e aonde ele já existe, apenas fazemos aumentar, a desigualdade está é inexistente, apenas vivemos para o bem, e morremos por ele se for preciso.
domingo, 26 de agosto de 2012
" amores armados, e um sentimento infindável "
e nessas idas e vindas, a gente acaba percebendo oque deve permanecer. talvez sejamos suspeitos de julgar oque é certo ou errado; porém quando se trata de amor, a única coisa que nos importa é o que faz bem o próximo; somente aqueles que já usufruíram dele, sabe aonde quero chegar... chega ser estranho e triste ao mesmo tempo, ainda amar alguem com todas as forças, mesmo que esta pessoa não esteja ao seu lado e talvez não volte para ele nunca mais. vamos ser dramáticos, e pensar em todas as possibilidades e em tudo que passamos até aqui. a vida não é fácil, e nunca será,sempre haverão sentimentos confusos e contraditórios, sempre haverá algo para mudar, e infelizmente agradar a todos é difícil... voltando a falar sobre amar ao próximo, sempre afirmo que ninguém nasceu pra viver sozinho, com tempos vamos acumulando sentimentos, e conquistando pessoas, até que você encontra uma que faz toda a diferença, e é exatamente por essa que você daria a vida. a felicidade bate a nossa porta, tudo parece estar bem e essa sensação como todas as outras não vai durar muito, e é exatamente ai que também eramos; não devemos esperar muito do próximo,nos iludir e nem achar que a felicidade é eterna, quem muito espera uma hora se decepciona,e lá vem ela... a decepção, acompanhada de amores armados e ciúmes devastadores, aos poucos algumas coisas vão sendo corrompidas, e quando vamos ver, já fomos dominados por sentimentos adversos; uma vez ou outra caímos na real e vemos que o amor não é isso; não é pressão, nem obsseção, e muito menos repreensão; mas infelizmente é isso que ele se torna, por ser tão intenso e infindável...
segunda-feira, 23 de julho de 2012
virtudes
as vezes eu acho que se eu parar de fazer tudo que é de minha natureza as coisas se vão, penso como seria se eu não te mandasse todas as sms's de madrugada, se eu parasse de te ligar de 5 em 5 min; acho que se eu agisse desse jeito eu não estaria sendo eu, conviveria com o medo de te peder, e com a duvida se a culpa foi realmente minha. tenho principios que adquiri durante estes poucos anos de viva, aprendi a valorizar amores, concerteza, e é justamente por isso que não deixarei de agir desse jeito; eu não quero ser chata, e muito menos te sufocar, só quero demonstrar meus sentimentos, só isso...
quarta-feira, 25 de abril de 2012
o tempo e a saudade...
Aqui estou em um domingo frio e monótono, olhando alguns presentes que
você me deu, remechendo nas lembranças, lembrando dos nossos lindos
momentos juntos, e batendo muita saudade de tudo; dos beijos e abraços,
dos carinhos e brigas; aaah que cruel saudade; ninguém vai saber o que é
sentir falta de alguem, ate que alguem que ela ame for para longe e só
restar lembranças . eu sei oque e sentir saudade;
vc também sabe, ambos sabemos o que e amor, pois possuímos amor um pelo
outro. que coisa, estas palavras soltas, estes versos sem nexo, porem
com muitos sentimentos, que saudade de estar com você em finais de
semana,e no final do dia eu deitar olhando pro teto rindo dos nossos
momentos bons durante o dia; tudo isso tao incomum para uns, e tao comum
para aqueles que sentem saudade. ultimamente tudo tem me lembrado vc ,
as músicas em específico, umas de saudades, outras de amores verdadeiros
, os charmes então nem se fale; me lembro das vezes que deixei de
aproveitar ao seu lado, dos momentos que não dancei e que fui chata
(quase sempre), é, mas estes momentos também foram ótimos, só por saber
que vce estava ali, perto, se divertindo, fazendo o que gosta; eu gosto
de te ver feliz, gosto de saber que vc esta bem, gosto do seu caráter, e
da sua dedicação, gosto de vc e ponto final. não há distância que mude
isso, não há distancia que incomode, que aperte, que sufoque, não há
distância que acabe com o que eu sinto por vc. a distância existe sim,
mas é a distância que edifica, que faz crescer, que fortifica, que faz
amar cada segundo mais. é, eu te amo. muito. deixo isso evidente todas
as vezes que nos falamos e a cada vez que eu respiro. você me completou e
tal forma que não preciso de mais ninguém, só você; nada tem graça sem
ti , nada tem sentido. e entre este espaço de tempo eu vou sobrevivendo
com a saudade, mas volta logo amor, pra mim, pros meus braços, pro meu
amor que é só seu; volta pro lugar que você nunca deveria ter saído…
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
photos.
Fotos nos lembram quem éramos, como sorriamos e como era o nosso olhar, fotos nos mostram o antes e o depois, fotos nos mostram que o tempo está passando...
Fotos mostram mudanças, fotos nos trazem lembranças.
Nas fotos estão todos aqueles momentos especiais que ao vê-las por vezes você consegue até sentir o que sentiu naquele momento. Alguns ao sentirem essa sensação querem voltar e viver tudo novamente, outros não se importam e alguns não se conformam em não poder fazer tudo novamente e perceber que o tempo está se indo.
De fora olhando para dentro daqueles tempos, encarando a si mesma... Tudo valeu a pena, não?
Fotos mostram mudanças, fotos nos trazem lembranças.
Nas fotos estão todos aqueles momentos especiais que ao vê-las por vezes você consegue até sentir o que sentiu naquele momento. Alguns ao sentirem essa sensação querem voltar e viver tudo novamente, outros não se importam e alguns não se conformam em não poder fazer tudo novamente e perceber que o tempo está se indo.
De fora olhando para dentro daqueles tempos, encarando a si mesma... Tudo valeu a pena, não?
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
E eu sou assim mesmo, boneca, palhaça, menina, mulher que tem aversão por palavras bonitas e vazias, frases clichês e textos sem expressões .. eu gosto do difícil mesmo, do curioso daquela pessoa que fica no cantinho olhando pra fora, o que eu reparo mesmo são as reações, os olhares, sorrisos.. palavras são consequências disso dependentes dos sentimentos, intensidade é a palavra chave ser fiel comigo mesma respeitar quem eu sou e os meus limites, por fé em tudo que faz.. nem sempre você terá a aceitação de todos, as vezes nem sequer a atenção você vai receber.. mas quando você fizer o que quiser e ser quem você é, você vai ser aquele tipo de pessoa que olha pro céu quando ta caminhando e consegue sorrir, sentir a vida pulsando através de você.. quando você aprender a se reconhecer se assumir vai haver mais amor na sua vida, mais paixão e menos reclamações. Você seria abajur para a escuridão.
domingo, 4 de dezembro de 2011
frio e abraço
ontem vivi um dia único, especial, eu senti o mundo parar exatamente por 3 horas. estávamos ali, juntos como sempre, só que dessa vez foi diferente, eu sentia um clima diferente; seus olhos brilhavam, e as palavras eu nem as ouvia mais; existiam muitas pessoas ao nosso redor, porém elas não faziam diferença alguma, eu só te enchergava naquele momento, você e mais ninguém, eu fechava os meus olhos para eternizar aquele momento, como você disse : estávamos vivendo um sonho. entre as poucas palavras surgiam lindos sorrisos, brincadeiras, cossegas, e fortes abraços. era uma noite fria, mas eu conseguia sentir o calor do seu corpo, você passava frio pro mim - eu gosto disso.
eu não te peço promessas, não as quero, quero espotaniêdade, quero palavras soltas, quero sentimentos verdadeiros, e tudo isso eu sei que existe em você. quero passar muitas, mais muitas noites frias ao seu lado, quero que seu braço me envolva, e que você não diga uma palavra, apenas me beije; quero você aqui, pertinho de mim - sempre -, com todo este amor e esta sinceridade que percebo em seu ser, com suas mãoszinhas de moça que caminham pelo meu rosto, com sua voz suave que me embala o sono, com suas lindas mensagens da madrugada, e com todas as declarações que me deixam sem palavras. Gosto da sua preocupação, do jeito que me abraça, e que me dá a mão; gosto dos beijos na testa, das piadas idiotas, gosto do seu pircing no mamilo, eu gosto de você, e de tudo em seu ser. s2
eu não te peço promessas, não as quero, quero espotaniêdade, quero palavras soltas, quero sentimentos verdadeiros, e tudo isso eu sei que existe em você. quero passar muitas, mais muitas noites frias ao seu lado, quero que seu braço me envolva, e que você não diga uma palavra, apenas me beije; quero você aqui, pertinho de mim - sempre -, com todo este amor e esta sinceridade que percebo em seu ser, com suas mãoszinhas de moça que caminham pelo meu rosto, com sua voz suave que me embala o sono, com suas lindas mensagens da madrugada, e com todas as declarações que me deixam sem palavras. Gosto da sua preocupação, do jeito que me abraça, e que me dá a mão; gosto dos beijos na testa, das piadas idiotas, gosto do seu pircing no mamilo, eu gosto de você, e de tudo em seu ser. s2
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
o caminho que escolhi
"O caminho que eu escolhi é o do amor, não importam as dores, as angústias nem as decepções que vou ter que encarar, escolhi ser verdadeiro. No meu caminho, o abraço é apertado, o aperto de mão é sincero, por isso, não estranhe a minha maneira de sorrir, de te desejar o bem; eu sou aquela pessoa que acredita no bem, que vive no bem e que anseia o bem. Por isso, não estranhe se eu te abraçar bem apertado, mesmo que seja só em pensamento, se eu me emocionar com a sua história, se eu chorar junto com você, afinal de contas, somos gente e gente que fez a opção pelo bem. É assim que eu enxergo a vida, e é só assim que eu acredito que valha a pena viver...viver com emoção...com verdade."
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
da vida para você.
oi, hoje vim aqui pra te dizer o quanto eu sou importante... você passa por mim e nem ao menos me agradece por te dar tantas esperanças e amores, sim, fui eu que estava aqui quando você mais precisa, fui eu que te ajudei a não desistir, eu que te dei força e pus todas as pessoas que você queria ao seu lado. hoje o primeiro dia do ultimo mês do ano, eu te peço que no ano que vier você aproveite mais todos os momentos ao meu lado, que você ria, cante, grite, dance, agradeça... não me deixe passar atoa, não, nunca; me agarre, me beije, me ame. procure alguem para te acompanhar junto comigo, para estar junto contigo, ame esta pessoa e não a deixe ir assim como você me deixou. espero que na próxima vez seja diferente, que você me tenha, me repreenda quando for preciso, me aconselhe, me ame, me VIVA. por favor, não espere que alguem vá para o céu para me dar respeito e valor, eu te peço, te suplico, tantos lutam por mim ao nascer, e você ao menos não me dá uma chance para eu ser calma e radiante, não faça por mim, faça por você sempre, mais pense em mim também e por favor, não me deixe ir... ass : vida !
terça-feira, 29 de novembro de 2011
desabafo, qualquer coisa
E, no meio de tantas mudanças, muitas rupturas. Algumas coisas foram encaminhadas pro novo destino, outras se perderam irremediavelmente. O que sobrou posso contar nos dedos, antes eu mal conseguia fechar as gavetas_ tão abarrotadas de coisas, pessoas, lembranças. Mas o que houve afinal, além de um processo íntimo, pessoal, intransferível? Uma mudança externa também, porque há sempre um desconforto em quem se acostuma com o nosso comportamento mais antigo. E além de lidar com o luto da morte do que éramos, ainda o estranhamento dos que não aceitam o que nos tornamos. Porque mudam os gostos, a disposição e os planos. E alguns reagem como se você os tivesse abandonado no meio de uma viagem a dois por outro continente, quando só você sabia falar a língua local mesmo que os impedisse de aprender o idioma .E, no meio de tantas mudanças, algumas desavenças. Só porque aqueles mesmos não entendem, não entendem, não entendem, porque não querem aceitar, que tudo é tão dinâmico e que nem deve ter sido tão brusca essa mudança, mas que a coisa maturou durante um tempo em que só queriam que você se envolvesse numa história DELES, que se misturasse nas emoções DELES, que traduzisse o mais íntimo DELES. E, ao mesmo tempo, você estava amadurecendo uma mudança sua e a coisa toda doía, doía. Mas eles não perceberam. Porque a demanda sobre a vaidade deles era grande demais, importante demais, imprescindível demais pra sua poesia.
E, de repente, a minha poesia não queria falar mais sobre nada disso. Minha poesia queria ser uma carta anônima, um silêncio, uma brincadeira. Minha poesia não queria ser nada além de uma frase jogada do mais íntimo de uma iluminação sobre um determinado assunto.
Porque, no final das contas, o que escrevo nem é poesia... é prosa, é carta, é desabafo, é qualquer coisa. É um bilhete manuscrito pregado no espelho só pra desejar “Bom Dia!
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
preciso de amor
sinto meu coração bater mais forte. realização será ? - talvez. sinto meu corpo mais leve, disposto. transbordo de alegria, esse sorriso permanece no meu rosto a meses, de alguma forma ainda sinto que possuo amor, em algum lugar nas minhas veias ele circula, porém está acumulado, não tenho para quem doar, e muito menos para quem dar. agora, já estou cheia, cheia de amor, cansada de procurar pessoas para trocar este amor. ninguém mais liga, ninguém se importa com sentimentos, e muito menos com as pessoas. persistência algo que possuo, e é justamente por ela que continuarei a lutar - preciso de amor, mas um amor verdadeiro.preciso de sorrisos sinceros, preciso de amor, preciso de abraços, preciso de amor, preciso de palavras, preciso de amor... pouco, passageiro, conturbado, fraco - preciso de amor.
além de amor, em meu corpo corre adrenalina, força, fé, coragem, ousadia. mais nada supera está tal força. nossa sinto realização, sinto parceria, sinto calma, sinto uma paz que nunca havia sentido. hoje decidi deixar o amor um pouco de lado, quero viver. quero criar um mundo, com um céu azul, com uma praia deserta e muito sol, quero criar-me e recriar-me quando quiser - quero ser minha ao menos uma vez; poder AMAR-ME. quero mergulhar em minha contradição, quero fazer as coisas com o meu tempo, em um segundo amar, e no outro deixar de lado. quero fazer tudo que me faz bem... e mesmo assim, mesmo querendo deixar de lado, querendo criar um mundo meu, ainda sim eu preciso de amor...
o que seria de mim sem este poder de amar ?
AME !
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
faltam palavras...
É, hoje eu não sei o que falar...não sei se sinto medo, ou se sinto raiva. pergunto-me : será que existe algo de errado comigo ? será que eu não passo confiança ? - e como sempre as respostas ainda não foram encontradas. hoje estou com o pensamento de parar de tentar entender as pessoas, seres humanos nunca serão entendidos, e muito menos compreendidos. queria apenas pedir para não fazerem falsas promessas, ou pelo menos não tomarem atitude sem ter certeza. Isso me trás dor, sofrimento, indignação - é este sentimento que anda dominando meu ser - não entendo se foi por acreditar demais, por esperar de mais, ou apenas por falta de capacidade de terceiros mesmo. sou assim tão na minha, tão calma, calada; tão fácil de decepcionar...- eu ligo para os detalhes, para as coisas pequenas; e exatamente neste quizito que todos têm errado, nos detalhes. não sei mais o que falar, este sentimento me corroi, e me tira as poucas palavras que ainda possuo...
terça-feira, 15 de novembro de 2011
sobre o amadurecimento
Aprenda a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você... A idade vai chegando e, com o passar do tempo, nossas prioridades na vida vão mudando... A vida profissional, a monografia de final de curso, as contas a pagar. Mas uma coisa parece estar sempre presente. A busca pela felicidade com o amor da sua vida. Desde pequenas ficamos nos perguntando "quando será que vai chegar?" E a cada nova paquera, vez ou outra nos pegamos na dúvida "será que é ele?". Como diz o meu pai: "nessa idade tudo é definitivo", pelo menos a gente achava que era. Cada namorado era o novo homem da sua vida. Faziam planos, escolhiam o nome dos filhos, o lugar da lua-de-mel e, de repente... PLAFT! Como num passe de mágica ele desaparecia, fazendo criar mais expectativas a respeito "do próximo". Você percebe que cair na guerra quando se termina um namoro é muito natural, mas que já não dura mais de três meses. Agora, você procura melhor e começa a ser mais seletiva. Procura um cara formado, trabalhador, bem resolvido, inteligente, com aquele papo que a deixa sentada no bar o resto da noite. Você procura por alguém que cuide de você quando está doente, que não reclame em trocar aquele churrasco dos amigos pelo aniversário da sua avó, que jogue "imagem e ação" e se divirta como uma criança, que sorria de felicidade quando te olha, mesmo quando está de short, camiseta e chinelo. A liberdade, ficar sem compromisso, sair sem dar satisfação já não tem o mesmo valor que tinha antes. A gente inventa um monte de desculpas esfarrapadas,mas continuamos com a procura incessante por uma pessoa legal, que nos complete e vice-versa. Enquanto tivermos maquiagem e perfume, vamos à luta... e haja dinheiro para manter a presença em todos os eventos da cidade: churrasco, festinhas, boates na quinta-feira. Sem falar na diversidade que vai do Forró aos pagodes
Mas o melhor dessa parte é se divertir com as amigas, rir até doer a barriga,fazer aqueles passinhos bregas de antigamente e curtir o som... Olhar para o teto, cantar bem alto aquela música que você adora. Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa,você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquele cara que você ama (ou acha que ama),e que
não quer nada com você, definitivamente não é o homem da sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. O segredo é não correr atrás das borboletas... É cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você! E eu vou acreditar nisto sinceramente... Cuidar do meu jardim...iluminar e encher de flores...sorrir...
Mario Quintana.
Mas o melhor dessa parte é se divertir com as amigas, rir até doer a barriga,fazer aqueles passinhos bregas de antigamente e curtir o som... Olhar para o teto, cantar bem alto aquela música que você adora. Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa,você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquele cara que você ama (ou acha que ama),e que
não quer nada com você, definitivamente não é o homem da sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. O segredo é não correr atrás das borboletas... É cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você! E eu vou acreditar nisto sinceramente... Cuidar do meu jardim...iluminar e encher de flores...sorrir...
Mario Quintana.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Amor ,
Quatro e treze da madrugada. Não consigo dormir. Acho que
tomei todo o café que tinha em casa, vi todos os filmes tristes que
víamos juntos, escutei todas as músicas que foram nossas umas duas vezes
e li todas as nossas cartas. Achei melhor não beber nada com álcool.
Acho que me suicidaria.
A quem sempre quisemos enganar, meu amor? Dizendo que eu e você era nós quando
só eu te pertencia e você fingia que estava em meus braços. Meu amor,
não sabe quantas vezes me machucou e quantas vezes me matou. Nessas
indas e vindas na minha vida, nessas indecisões e todo esse conceito de
bagunça resumido em você. Apenas você. Acho que já deveria ter
desistido. Acho que não vale mais a pena a dor que sinto, a que senti e a
que ainda vou sentir. Não vale mais a pena lutar pelo que está morto,
enterrado ou talvez nunca tenha nascido. Acho que deveria parar com
esses pseudo-finais esperando sempre um novo começo. Desses pensamentos
resumidos em “Eu vou parar de falar com ele. Eu vou esquecer ele. Eu
vou dar a volta por cima e aí ele vai me notar. Vai perceber que me ama
e vamos ficar juntos.” Acho que tenho de pôr um fim nisso logo.
Deixar de ser tua boneco, teu urso de pelúcia. Desses que usa quando
precisa de um pouco de amor, carinho, compreensão e um abraço. Dessas
que está sempre disposto a ser sua. Eu nunca quis se reserva, amor. Eu
nunca quis ser como brisa, que bate no teu rosto e vai embora. Ou como
as pedras que chuta, que hora dá atenção e outrora esquece e deixa pra
trás. Amor, me explica, como um sentimento tão bonito, pode doer tanto?
As coisas mudaram. Agora é tudo tão preto e branco, as músicas são
valsas sem graça, os céus nublados e cheios de nuvem. Tudo perdeu a cor.
As vezes acho que deveria ter guardado nosso amor numa caixinha, quando
ainda era colorido e bonito e ir embora da sua vida levando ele comigo.
Quem sabe assim você não cansasse, e qualquer dia aleatório eu te
chamasse pra tomar um café, te mostrasse tudo o que éramos e te
convidasse pra sentir tudo de novo. Acho que o truque era esse mesmo,
amor. Quem sabe assim, as chuvas agora fossem menos frias, barulhentas e
duradouras. […] Amor, eu preciso seguir minha vida.
Mas como sempre, quero saber se fica bem. Acho que isso começou a ficar
doentio e obcecado. Sabe, isso de te querer bem. Acho que se eu te
fizesse bem, seria bem mais fácil. Eu sempre me importei demais com
você, amor. Tanto que esqueci de mim. Tanto que me machuquei tantas e
tantas vezes, levando o medo de desistir e não achar alguém como você
depois. Tanto que já me arrisquei, tanto que já morri, tanto que já amei
e tudo isso pra cuidar de você. Ou pelo menos tentar. Amor, do fundo do
meu peito, espero que sinta minha falta. Espero que me esbarre. Espero
que me ache. Espero que esteja na pior das piores. Assim como estou
agora. Pode parecer que quero te castigar, pelo que fez comigo…Mas não. É
pra provar que se eu pudesse fazer tudo de novo, eu faria. Se depois de
tudo, você precisasse de colo, eu cuidaria de você. Eu te colocaria pra
dormir, eu cantaria pra você, eu seguraria suas mãos, te abraçaria. Ajeitaria teu cabelo, não te deixaria
beber, molharia teus lábios e faria carinho com a ponta dos dedos em
tuas bochechas. Eu faria tudo de novo, amor. Mesmo sabendo que não
valeria a pena. Mesmo sabendo o que aconteceria depois. Eu faria tudo de
novo. […] Sabe, amor, você nunca foi meu. Eu sempre
soube. Sempre. Mas só de segurar sua mão, eu sentia poder cuidar de
você. Mesmo você sendo de ninguém, sendo de si mesmo ou sendo dela. Você
precisava de alguém pra te cuidar. Precisava. Ah, amor…Talvez isso seja
passageiro. Seja rápido. Talvez eu só precise de um corte novo no
cabelo, algumas roupas novas, músicas novas. Ou talvez um pouquinho de
grana, uma casa pequena num lugar frio e um alguénzinho novo pra
garantir meus sorrisos de todos os dias, tomar café comigo e me ouvir
falar de amor. Talvez só precise de alguém pra substituir teu lugar.
Pode ser uma pessoa passageira. Que nem você fez comigo. Mas eu vou
cuidar dela. Eu vou dar carinho pra essa pessoa. Amor, de fato, foi bem
díficil amar pelos dois. Porque disse que me amava, amor? É medo de
ficar sozinha? (…) Eu não te abandonaria não, amor.
Você sempre foi meio sozinho, não é? Sempre enjaulada com esses seus
segredos, pensamentos e sentimentos antigos. Meio calado. Sempre
escondendo tudo o que sentia e toda a dor que te corrompia e calava com
essas festas, esses amigos por conveniência e essas pessoas substitutas.
Mas sempre teve as pessoas que te amavam. Não pelo que era agora. Mas
pelo que era antes. Pelo que fez antes. Pelo que fazia. Mas eu não me
importava não, amor. Eu amo cada detalhe seu. Passando agora pro
presente. Afinal, a quem quero enganar dizendo amava, se nunca vou
esquecer? Posso dizer nunca assim também, não é? Digo, você disse que
era pra sempre e durou alguns meses. Meu nunca pode durar isso
também. Ou não. Isso é o tempo, a vida e as vindas que decidem. Amor,
você não sabe quantas vezes me machucou. Isso pode estar soando meio
exagerado, revoltado e essas coisas…Meio pobre coitado. Mas você me conhece, amor. Nunca fui fraco assim. […] Amor,
talvez você só precise de um tempo. Um tempo pra organizar suas
ideias, seus pensamentos, seus sentimentos. Reorganizar as pessoas,
reinventar as prioridades. Limpar isso aí dentro, que pelo visto, está
uma bagunça. Está enrolado, cheio de pontas e machucando quem chega
perto. As vezes quem chega perto só pra cuidar. Amor, talvez
você precise de um tempo. Talvez esse tempo seja o suficiente pra que eu
já esteja longe. Fisicamente e sentimentalmente. Mas agora,
amor, eu vou embora. E vou deixar meu coração aqui. Enterrado, pra que
ninguém roube de novo. Não me grite, pois não vou voltar. Mas se quiser,
pode vir comigo. Vamos embora. Juntos, separados, amigos. Tanto faz. Eu cuido de você. Ou pelo menos tento. Como sempre. Só que dessa vez sem sentir.
adaptado : Pedro Rocha.
A quem sempre quisemos enganar, meu amor? Dizendo que eu e você era nós quando
só eu te pertencia e você fingia que estava em meus braços. Meu amor,
não sabe quantas vezes me machucou e quantas vezes me matou. Nessas
indas e vindas na minha vida, nessas indecisões e todo esse conceito de
bagunça resumido em você. Apenas você. Acho que já deveria ter
desistido. Acho que não vale mais a pena a dor que sinto, a que senti e a
que ainda vou sentir. Não vale mais a pena lutar pelo que está morto,
enterrado ou talvez nunca tenha nascido. Acho que deveria parar com
esses pseudo-finais esperando sempre um novo começo. Desses pensamentos
resumidos em “Eu vou parar de falar com ele. Eu vou esquecer ele. Eu
vou dar a volta por cima e aí ele vai me notar. Vai perceber que me ama
e vamos ficar juntos.” Acho que tenho de pôr um fim nisso logo.
Deixar de ser tua boneco, teu urso de pelúcia. Desses que usa quando
precisa de um pouco de amor, carinho, compreensão e um abraço. Dessas
que está sempre disposto a ser sua. Eu nunca quis se reserva, amor. Eu
nunca quis ser como brisa, que bate no teu rosto e vai embora. Ou como
as pedras que chuta, que hora dá atenção e outrora esquece e deixa pra
trás. Amor, me explica, como um sentimento tão bonito, pode doer tanto?
As coisas mudaram. Agora é tudo tão preto e branco, as músicas são
valsas sem graça, os céus nublados e cheios de nuvem. Tudo perdeu a cor.
As vezes acho que deveria ter guardado nosso amor numa caixinha, quando
ainda era colorido e bonito e ir embora da sua vida levando ele comigo.
Quem sabe assim você não cansasse, e qualquer dia aleatório eu te
chamasse pra tomar um café, te mostrasse tudo o que éramos e te
convidasse pra sentir tudo de novo. Acho que o truque era esse mesmo,
amor. Quem sabe assim, as chuvas agora fossem menos frias, barulhentas e
duradouras. […] Amor, eu preciso seguir minha vida.
Mas como sempre, quero saber se fica bem. Acho que isso começou a ficar
doentio e obcecado. Sabe, isso de te querer bem. Acho que se eu te
fizesse bem, seria bem mais fácil. Eu sempre me importei demais com
você, amor. Tanto que esqueci de mim. Tanto que me machuquei tantas e
tantas vezes, levando o medo de desistir e não achar alguém como você
depois. Tanto que já me arrisquei, tanto que já morri, tanto que já amei
e tudo isso pra cuidar de você. Ou pelo menos tentar. Amor, do fundo do
meu peito, espero que sinta minha falta. Espero que me esbarre. Espero
que me ache. Espero que esteja na pior das piores. Assim como estou
agora. Pode parecer que quero te castigar, pelo que fez comigo…Mas não. É
pra provar que se eu pudesse fazer tudo de novo, eu faria. Se depois de
tudo, você precisasse de colo, eu cuidaria de você. Eu te colocaria pra
dormir, eu cantaria pra você, eu seguraria suas mãos, te abraçaria. Ajeitaria teu cabelo, não te deixaria
beber, molharia teus lábios e faria carinho com a ponta dos dedos em
tuas bochechas. Eu faria tudo de novo, amor. Mesmo sabendo que não
valeria a pena. Mesmo sabendo o que aconteceria depois. Eu faria tudo de
novo. […] Sabe, amor, você nunca foi meu. Eu sempre
soube. Sempre. Mas só de segurar sua mão, eu sentia poder cuidar de
você. Mesmo você sendo de ninguém, sendo de si mesmo ou sendo dela. Você
precisava de alguém pra te cuidar. Precisava. Ah, amor…Talvez isso seja
passageiro. Seja rápido. Talvez eu só precise de um corte novo no
cabelo, algumas roupas novas, músicas novas. Ou talvez um pouquinho de
grana, uma casa pequena num lugar frio e um alguénzinho novo pra
garantir meus sorrisos de todos os dias, tomar café comigo e me ouvir
falar de amor. Talvez só precise de alguém pra substituir teu lugar.
Pode ser uma pessoa passageira. Que nem você fez comigo. Mas eu vou
cuidar dela. Eu vou dar carinho pra essa pessoa. Amor, de fato, foi bem
díficil amar pelos dois. Porque disse que me amava, amor? É medo de
ficar sozinha? (…) Eu não te abandonaria não, amor.
Você sempre foi meio sozinho, não é? Sempre enjaulada com esses seus
segredos, pensamentos e sentimentos antigos. Meio calado. Sempre
escondendo tudo o que sentia e toda a dor que te corrompia e calava com
essas festas, esses amigos por conveniência e essas pessoas substitutas.
Mas sempre teve as pessoas que te amavam. Não pelo que era agora. Mas
pelo que era antes. Pelo que fez antes. Pelo que fazia. Mas eu não me
importava não, amor. Eu amo cada detalhe seu. Passando agora pro
presente. Afinal, a quem quero enganar dizendo amava, se nunca vou
esquecer? Posso dizer nunca assim também, não é? Digo, você disse que
era pra sempre e durou alguns meses. Meu nunca pode durar isso
também. Ou não. Isso é o tempo, a vida e as vindas que decidem. Amor,
você não sabe quantas vezes me machucou. Isso pode estar soando meio
exagerado, revoltado e essas coisas…Meio pobre coitado. Mas você me conhece, amor. Nunca fui fraco assim. […] Amor,
talvez você só precise de um tempo. Um tempo pra organizar suas
ideias, seus pensamentos, seus sentimentos. Reorganizar as pessoas,
reinventar as prioridades. Limpar isso aí dentro, que pelo visto, está
uma bagunça. Está enrolado, cheio de pontas e machucando quem chega
perto. As vezes quem chega perto só pra cuidar. Amor, talvez
você precise de um tempo. Talvez esse tempo seja o suficiente pra que eu
já esteja longe. Fisicamente e sentimentalmente. Mas agora,
amor, eu vou embora. E vou deixar meu coração aqui. Enterrado, pra que
ninguém roube de novo. Não me grite, pois não vou voltar. Mas se quiser,
pode vir comigo. Vamos embora. Juntos, separados, amigos. Tanto faz. Eu cuido de você. Ou pelo menos tento. Como sempre. Só que dessa vez sem sentir.adaptado : Pedro Rocha.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
por aqueles que já se foram
nossa acordei com meu estado de paz alterado. vendo uma simples reportagem me senti tão triste, inconformada. passava na televisão reportagens de famílias que haviam perdido seus parentes por falta de vergonha na cara de alguns marginais. sinto-me tão mal quando vejo isso, está sociedade me deprime. E o que mais me dói é ver que nada nunca é feito, as coisas sempre continuam do mesmo jeito; inocentes morrendo, famílias sofrendo, vidas se perdendo sem ao menos haver um motivo para isso acontecer. eu tento imaginar qual seria o motivo para uma pessoa tirar a vida de outra -tento, mas não acho nenhuma razão óbvia para isto. o pior é que além d'eles tirarem somente uma vida, eles acabam também destruem lares, geram tristezas, lágrimas, dúvidas...
eu não me imagino longe de ninguém que eu amo, eu não consigo os ver longe, não sei como eu reagiria. assim como eles também não souberam como reagir. porém hoje eu quero fazer de minhas palavras, a palavra de cada família que perdeu um filho(a), um tio(a), ou qualquer outra pessoa próxima. Bem, primeiramente eu tenho ciência que nada que eu disser tirará está dor que vocês sentem, porem imaginem que cada um que se foi hoje está em um lugar bem melhor que este, onde não a guerra, onde não a luta. Um lugar calmo, tranquilo - ali é o lugar que Deus escolheu para eles; a todo o momento eles pensam em vocês, eles os observam, veêm seus sofrimentos, suas lutas -eles agradecem, por todo o amor e toda a esperança que ainda existe no coração de cada um, eles pedem para vocês nunca pararem de lutar pela justiça. Justiça que é o que mais falta neste Brasil. eles choram, e Deus os consola, eles abraçam cada um de vocês através do vento que sopra ao seu rosto. Eles não se foram, ACREDITE; eles estão dentro de cada um de vocês, vivos, esperançosos, e confiantes que um dia ninguem mais vai morrer igual a eles apenas pela luta de cada um de seus pais por JUSTIÇA.
Chega uma hora que algumas coisas ficam para trás, mesmo sem motivo, ou por açao de outros; e é justamente nessa hora que vocês devem lutar. lutar para que isso não aconteça mais, lutar pela vida, lutar pelo os que já se foram. Não sei por que resolvi escrever sobre isso, eu apenas me senti tocada, e muito emocionada com as coisas que eu acompanhava na televisão. eu me sentia mal por saber que uns seres humanos estavam tirando a vida de outros,e por ver cada lágrima que estava sendo derramada. espero que Deus acompanhe cada um de vocês, sempre, e que Ele conforte seus corações e encha-os de muito amor e paz.
Não foram só sorrisos tirados, foram vidas tiradas sem motivo algum. PAZ, SÓ ISSO !
Para as fámilias de Patricia Acioli, Patrícia Amieiro, Isabela Nardoni, Jõao Hélio, e de todos os outros morreram inocentimente.

eu não me imagino longe de ninguém que eu amo, eu não consigo os ver longe, não sei como eu reagiria. assim como eles também não souberam como reagir. porém hoje eu quero fazer de minhas palavras, a palavra de cada família que perdeu um filho(a), um tio(a), ou qualquer outra pessoa próxima. Bem, primeiramente eu tenho ciência que nada que eu disser tirará está dor que vocês sentem, porem imaginem que cada um que se foi hoje está em um lugar bem melhor que este, onde não a guerra, onde não a luta. Um lugar calmo, tranquilo - ali é o lugar que Deus escolheu para eles; a todo o momento eles pensam em vocês, eles os observam, veêm seus sofrimentos, suas lutas -eles agradecem, por todo o amor e toda a esperança que ainda existe no coração de cada um, eles pedem para vocês nunca pararem de lutar pela justiça. Justiça que é o que mais falta neste Brasil. eles choram, e Deus os consola, eles abraçam cada um de vocês através do vento que sopra ao seu rosto. Eles não se foram, ACREDITE; eles estão dentro de cada um de vocês, vivos, esperançosos, e confiantes que um dia ninguem mais vai morrer igual a eles apenas pela luta de cada um de seus pais por JUSTIÇA.
A morte desorganiza, deprime. Mas o luto tem começo, meio e fim. Nesse processo, a dor da perda se transforma em saudade, e a vida continua, com outro sentido. (Por Rosane Queiroz)
Chega uma hora que algumas coisas ficam para trás, mesmo sem motivo, ou por açao de outros; e é justamente nessa hora que vocês devem lutar. lutar para que isso não aconteça mais, lutar pela vida, lutar pelo os que já se foram. Não sei por que resolvi escrever sobre isso, eu apenas me senti tocada, e muito emocionada com as coisas que eu acompanhava na televisão. eu me sentia mal por saber que uns seres humanos estavam tirando a vida de outros,e por ver cada lágrima que estava sendo derramada. espero que Deus acompanhe cada um de vocês, sempre, e que Ele conforte seus corações e encha-os de muito amor e paz.
Não foram só sorrisos tirados, foram vidas tiradas sem motivo algum. PAZ, SÓ ISSO !
Para as fámilias de Patricia Acioli, Patrícia Amieiro, Isabela Nardoni, Jõao Hélio, e de todos os outros morreram inocentimente.
sábado, 29 de outubro de 2011
falta de sentir
sinto saudade, sinto falta de algumas pessoas, sinto falta de sentimentos, e de palavras sinceras. hoje mais que nunca tenho o desejo de acordar amanha sentindo outras coisas diferentes, sem ser saudade, sem ser solidão.não sei por qual motivo tenho sentido que tudo ou qualquer coisa que as pessoas façam é relacionado a mim, sinto-me usada, usada pela vida, usado por todos, menos pra mim mesma; falta de demonstrações talvez ? ou será falta de auto-conhecimento ?
não sei mais o que sinto, não sei se é desapego, falta de amor, ou expectativas demais. não sei se tenho pessoas ao meu lado ou se apenas as crio. não sei mais se ainda tenho capacidade para amar alguém, na verdade, eu realmente não sei se ainda possuo amor. eu desconfio, de tudo e de todos; tenho medo de me decepcionar mais uma vez, afirmo que não me entrego mais como me entregava antes aos meus relacionamentos -sinto falta de sentimento- não sei mais em quem confiar, com quem falar, pra quem contar. -NÃO SEI- não sei se sinto, se sofro, ou se morro. não sei se te amo. não sei se existo. sei que sinto falta de sentir.
não sei mais o que sinto, não sei se é desapego, falta de amor, ou expectativas demais. não sei se tenho pessoas ao meu lado ou se apenas as crio. não sei mais se ainda tenho capacidade para amar alguém, na verdade, eu realmente não sei se ainda possuo amor. eu desconfio, de tudo e de todos; tenho medo de me decepcionar mais uma vez, afirmo que não me entrego mais como me entregava antes aos meus relacionamentos -sinto falta de sentimento- não sei mais em quem confiar, com quem falar, pra quem contar. -NÃO SEI- não sei se sinto, se sofro, ou se morro. não sei se te amo. não sei se existo. sei que sinto falta de sentir.
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
invisível
eu insisto em ver coisas aonde não existe -ou será que existe e o resto do mundo não vê ?- hoje eu acordei assistindo um lindo céu azul, observando a luz ultrapassar as nuvens e simultâneamente os pássaros cantando aquele som que nos lava a alma. hoje acordei imaginando que tudo seria diferente... passava pela rua e via o brilho no olhar de cada criança, via uma idosa repleta de luz,contemplava atenciosamente a forma que um jovem tocava um violão com seus olhos vidrados aos da namorada, observava o jeito que eu parecia ser invisível aos olhos de todos -seria preocupação?ou apenas falta de atenção?-
como sempre eu sentia a essência do amor em todos os lugares, via a sua cor em tudo que me cercava - e mesmo quando o aroma e a cor se ausentavam, eu ainda podia o sentir. intenso. profundo. vivo dentro de mim- a minha invisibilidade me dava o livre arbítrio de tocar em todos sem que fosse sentido, eu os observava bem de perto, via suas expressões, me sentia capaz de ouvir a sua respiração, mais que isso, eu enxergava o seu coração bater dentro do seu corpo -além da carne e do osso-, simplesmente eu via sua alma e seus reais sentimentos.
E mesmo vendo e ouvindo coisas que muitos acham que não existiam, e mesmo sabendo que toda esta sinceridade, todo este amor e todo este sentimentalismo nos envolvem, ainda sim me julgo uma pessoa parcialmente invisível. eu sentia como todos passavam por mim sem perceber, corroíam minhas palavras, ultrapassavam meus limites, pisavam em meus sentimentos -disto o dom de ser invisível não me ausentava: da dor- eu realmente não existia para eles; eu sempre estive ali -presente-, mas tudo acontecia normalmente, as pessoas continuavam andando aleatóriamente. até que um dia, nestes esbarros da vida, ouvi um sincero pedido de desculpa, surpreendida eu me pergunta - como este ser me pode me ver ?- daquele dia em diante comecei a reparar que além de mim, existiam outras pessoas capazes de ver e sentir a alma do próximo -sim, eles existiam- (juntei-me) e ali estavam, juntos, sentindo, amam, observando o resto da sociedade -do alto- com sua capacidade de passar por tudo, sem ver, sem observar, chegamos a conclusão que justamente por isso ainda estavam lá. e nós, aqui, felizes, realizados, porém para alguns ainda éramos invisíveis.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
also it is felt in the cold*
penso que no frio os sentimentos se intensificam, as palavras causam mais efeitos, a saudade aumenta, não somente a saudade, mas o amor, a solidão, a dor. parece que no frio tenho mais inspiração, talvez justamente por sentir saudade, e principalmente pela solidão. ao contrário de muitos é especialmente nessa época que eu reflito, que eu paro pra pensar, que eu sinto saudade - de tudo e todos -, que eu choro. chega a ser engraçado como todas as musicas nos emocionam quando estamos sós, como uma atitude errada pode nos chatear; e quando você quer se expressar as pessoas falam : " ué é só falar, compartilhe com o próximo. " como se fosse fácil se abrir, sem deixar a emoção te dominar e transbordar pelos olhos, como se as minhas palavras fossem mudar alguma coisa... no frio, parece que as promessas ficam ainda mais difíceis de ser aceitas.E se tiver que prometer algo, prometa insegurança, mau humor, ironia, essas coisas. Nada de certezas, frases diretas ou sentimentos. Talvez assim exista confiança, ou algo parecido.
No frio eu vivo uma dramaturgia, uma palavra errada e pronto, parece que tudo desmorona; parece que as pessoas se afastam, que eu fico menos importante para todos. me sinto como aquele brinquedinho que fica no fundo do baú que ninguém se importa, que ninguém se preocupa, que ninguém se lembra. convivo com este meu lado dramático todas as noites frias, todos os dias que o sol não aparece e que você não está aqui. No frio eu consigo por-te em meus textos, mesmo sem você ao menos existir, eu te imagino, te recrio, te desejo, porem nunca te tenho.
O engraçado é que eu sei que sou forte, sei que posso usar isso ao meu favor, sei que posso me aquecer, me consolar, e me importar um pouco menos com todos; o único problema é que meu instinto fala mais alto, a preocupação, o carinho, o calor, e principalmente o amor do próximo, eu preciso disso -preciso muito- preciso dos outros, do calor, das palavras sinceras, das promessas verdadeiras, dos beijos , dos abraços, das ligações bobas... No frio eu preciso mais de carinho, mais de consolo, mais de atenção, mais de mim, mais de você.
No frio eu vivo uma dramaturgia, uma palavra errada e pronto, parece que tudo desmorona; parece que as pessoas se afastam, que eu fico menos importante para todos. me sinto como aquele brinquedinho que fica no fundo do baú que ninguém se importa, que ninguém se preocupa, que ninguém se lembra. convivo com este meu lado dramático todas as noites frias, todos os dias que o sol não aparece e que você não está aqui. No frio eu consigo por-te em meus textos, mesmo sem você ao menos existir, eu te imagino, te recrio, te desejo, porem nunca te tenho.
O engraçado é que eu sei que sou forte, sei que posso usar isso ao meu favor, sei que posso me aquecer, me consolar, e me importar um pouco menos com todos; o único problema é que meu instinto fala mais alto, a preocupação, o carinho, o calor, e principalmente o amor do próximo, eu preciso disso -preciso muito- preciso dos outros, do calor, das palavras sinceras, das promessas verdadeiras, dos beijos , dos abraços, das ligações bobas... No frio eu preciso mais de carinho, mais de consolo, mais de atenção, mais de mim, mais de você.
domingo, 16 de outubro de 2011
Imagine nós dois,
“eu e você, daqui a alguns anos, morando juntos.
Não precisaríamos ser namorados, nem casados, nem nada disso. Apenas
amigos. E nós seriamos felizes, eu e você. Fotos de nós dois estariam
espalhadas pela casa. Fotos suas no meu quarto, fotos minhas no seu
quarto. Mas nós dormiríamos juntos. Pelo simples fato de eu te querer
por perto, e você me querer também. Pelo simples fato do seu quarto
estar bagunçado de mais e a minha cama ser perfeita para nós dois. Eu
teria medo do escuro, sem você. E eu andaria apenas com roupas íntimas, e
você fingiria não se importar. E eu fingiria acreditar. Eu fugiria de
você, correndo pela casa, rindo, com o controle da televisão, só pra
você não mudar o canal. E você me pegaria, e ficaríamos abraçados até o
silêncio nos constranger. Nossos sábados a noite seriam nostálgicos,
olharíamos todos tipos de filme, atiraríamos pipocas um no outro e
pediríamos uma pizza. Nostálgicos e perfeitos, porque depois dormiríamos
abraçados, no sofá da sala. Ao som da melodia dos créditos de um filme
de romance em que eu choraria do começo ao fim, e você riria de mim e
comigo. Iríamos ao supermercado uma vez por mês, comprar as mais
diversas porcarias. E não nos faltaria nada. Você não se importaria com
as minhas roupas espalhadas pela casa e pelo seu quarto. Eu não me
importaria com a sua bagunça diária, nem com a sua toalha de banho
atirada pelos cantos. Nos domingos a tarde, ficaríamos na sacada do
nosso apartamentinho no 3º andar, tomando chimarrão e cantando músicas
velhas. Olharíamos as pessoas lá em baixo, casais apaixonados, e
ficaríamos em silêncio, perdidos nos nossos próprios pensamentos. Suas
amigas viriam te visitar, e eu choraria em silêncio, no escuro do meu
quarto. Até elas irem embora e você ir dormir comigo, e perguntar se
chorei. Eu negaria. Você acreditaria. Me acordaria no meio da noite,
para contar um sonho que teve. E nós riríamos juntos. Me acordaria com
café na cama, ou com uma rosa roubada do jardim da casa vizinha. Eu
deixaria um recado sutil de amor na porta da geladeira antes de sair na
segunda de manhã para visitar meus pais. Poderíamos até ter um cachorro.
Poderíamos, juntos, levar ele para passear. E você decidiria pintar a
casa, e ela ficaria vazia, apenas com nós dois e nosso cachorro.
Deitaríamos no chão, e eu perguntaria em que você estaria pensando. Você
mentiria e me perguntava o mesmo. Eu mentiria. Eu iria para a
universidade todo dia de manhã, enquanto você ia para seu trabalho de
meio turno em uma empresa de sucesso. Você me amaria, em silêncio. Eu
também te amaria, em silêncio. Em alguns anos, eu estaria me formando em
letras, e você estaria no topo da carreira naquela mesma empresa. E
você me levaria pra jantar e me pediria em casamento. Eu aceitaria. E
seria uma linda história de amor.”
Assinar:
Postagens (Atom)








